Conflictos generadores de distrés moral experimentados por enfermeras oncológicas.
Palabras clave:
Oncología, Ética, Ética de la enfermería, Malestar Psicológico, Burnout profesionalResumen
INTRODUCCIÓN: Existen pocos profesionales preparados para afrontar la complejidad de un paciente oncológico y el cuidado de este paciente exige una acción ética y comprometida por parte de los profesionales de la salud. La enfermera oncóloga tiene la responsabilidad ética y legal de brindar una atención segura y de calidad. Sin embargo, existen situaciones en las que el profesional puede enfrentar limitaciones morales en el desempeño de sus conocimientos técnico científico, lo que puede desencadenar sufrimiento moral, generando síntomas emocionales y físicos. OBJETIVO: Analizar los conflictos morales en el cotidiano del enfermero oncólogo que generan sufrimiento moral. MÉTODO: Es un estudio exploratorio, descriptivo, con enfoque cualitativo, entrevistando a 20 enfermeros oncólogos, seleccionados mediante la técnica de Bola de Nieve. Para analizar las declaraciones se utilizó el Análisis de Contenido de Laurence Bardin. RESULTADOS: Se encontraron tres categorías: la institución promotora de la injusticia, los conflictos morales que enfrentan los profesionales en el cotidiano del cuidado y las relaciones en el ambiente de trabajo como fuente de conflicto moral. CONCLUSIÓN: Los conflictos morales resaltan la complejidad del trabajo del enfermero oncólogo, que necesita navegar entre directrices y regulaciones, las necesidades inmediatas de los pacientes y los conflictos morales, que generan sufrimiento moral. Reconocerlos y afrontarlos es esencial para que las enfermeras proporcionen una atención ética de calidad que promueva la satisfacción en lugar del sufrimiento.
Descargas
Citas
AMORIM, N. C. et al. Sofrimento moral de enfermeiros de clínicas cirúrgicas e as estratégias de enfrentamento. In: SOARES, S. S. S. (org.). Enfermagem: processos, práticas e recursos. Ponta Grossa: Atena, 2021.
ANDERSSON, G. B. J. et al. Do no harm: the balance of “beneficence” and “non-maleficence”. Spine, [s. l.], v. 35, n. 9S, p. 2-8, 2010.
AVELLAR, L. Z.; IGLESIAS, A.; VALVERDE, P. F. Sofrimento psíquico em trabalhadores de enfermagem de uma unidade de oncologia. Psicologia em Estudo, [s. l.], v. 12, n. 3, p. 475-481, 2007.
AYALA, A. L. M.; FELÍCIO, A. C. R.; PACHÃO, J. Sofrimento dos profissionais que atuam no setor de oncologia em um hospital público de Joinville, SC. Revista de Atenção à
Saúde, [s. l.], v. 15, n. 51, p. 106-117, 2017.
BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e Decreto nº 7.508/2011, de 28 de junho de 2011. Dispõe sobre a organização do SUS. Diário Oficial da União, 1990.
BRASIL. Lei nº 1.273, de 22 de novembro de 2012. Dispõe sobre o primeiro tratamento de paciente com neoplasia maligna comprovada e estabelece prazo para seu início. Diário Oficial da União, 2012.
BRASIL. Lei nº 13.896, de 30 de outubro de 2019. Altera a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, para que os exames relacionados ao diagnóstico de neoplasia maligna sejam realizados no prazo de 30 (trinta) dias, no caso em que especifica. Diário Oficial da União, 2019.
CARNEVALE, F. A. Confronting moral distress in nursing: recognizing nurses as moral agents. Revista Brasileira de Enfermagem, [s. l.], v. 66, n. esp., p. 33-38, 2013.
CELICH, K. L. S. et al. Por trás dos sorrisos: sofrimento moral na oferta do cuidado oncológico. Cultura de los Cuidados, [s. l.], p. 137-157, 2022.
COSTA, R. L. M.; SANTOS, R. M. dos; COSTA, L. de M. C. A autonomia profissional do enfermeiro em tempos de pandemia. Revista Gaúcha de Enfermagem, [s. l.], v. 42, p. 1-13, 2021.
DALMOLIN, G. de L. et al. Implicações do sofrimento moral para os(as) enfermeiros(as) e aproximações com o burnout. Texto & Contexto – Enfermagem, [s. l.], v. 21, n. 1, p. 200-208, 2012.
FERNANDEZ, M. et al. Condições de trabalho e percepções de profissionais de enfermagem que atuam no enfrentamento à covid-19 no Brasil. Saúde e Sociedade, [s. l.], v. 30, p. 1-7, 2021.
FERRAZ, M. O. A. et al. Conflitos morais vivenciados por enfermeiras dos serviços de emergência: estudo transversal. Revista Enfermagem UERJ, [s. l.], v. 30, p. 1-7, 2022.
FORTE, D. N. Decisão compartilhada: por que, para quem e como? Cadernos de Saúde
Pública, [s. l.], v. 38, n. 9, p. 1-4, 2022.
INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: Inca, 2022.
JAMETON, A. What moral distress in nursing history could suggest about the future of health care. AMA Journal of Ethics, [s. l.], v. 19, n. 6, 2017.
KERNKRAUT, A. M.; FAGUNDES NETTO, M. V. R. Psicologia na oncologia. São Paulo: Atheneu, 2019.
LIMA, R. de et al. A morte e o processo de morrer: ainda é preciso conversar sobre isso. Revista Mineira de Enfermagem, [s. l.], v. 21, p. 1-4, 2017.
LUZ, K. R. da et al. Estratégias de enfrentamento por enfermeiros da oncologia na alta complexidade. Revista Brasileira de Enfermagem, [s. l.], v. 69, p. 67-71, 2016.
MENEZES, S. R. T.; PRIEL, M. R.; PEREIRA, L. L. Autonomia e vulnerabilidade do enfermeiro na prática da Sistematização da Assistência de Enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 45, p. 953-958, 2011.
NASSAR, P. R. B. et al. Segurança do paciente na administração de quimioterapia antineoplásica e gestão dos riscos: protocolo de revisão de escopo. Research, Society and Development, [s. l.], v. 11, n. 15, p. 1-10, 2022.
NORA, C. R. D. Conflitos bioéticos sobre distanciamento social em tempos de pandemia. Revista Bioética, [s. l.], v. 29, p. 10-20, 2021.
RAMOS, A. M. et al. Adaptação cultural e validação da Moral Distress Scale Revised para enfermeiros. Revista Brasileira de Enfermagem, [s. l.], v. 70, p. 1063-1070, 2017.
RIBEIRO, T. dos S.; SANTOS, V. O. Segurança do paciente na administração de quimioterapia antineoplásica: uma revisão integrativa. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 61, n. 2, p. 145-153, 2015.
ROCHA, G. S. de A. et al. Recursos organizacionais como fator de sofrimento psíquico do enfermeiro à luz da psicodinâmica do trabalho. In: COLOQUIO PANAMERICANO DE INVESTIGACIÓN EN ENFERMERÍA, 16., 2018, Havana. Anais [...]. Havana: SOCUENF, 2018.
ROUHI-BALASI, L. et al. Professional autonomy of nurses: a qualitative meta-synthesis study. Iranian Journal of Nursing and Midwifery Research, [s. l.], v. 25, n. 4, p. 273-281, 2020.
SALARI, N. et al. The severity of moral distress in nurses: a systematic review and meta-analysis. Philosophy, Ethics, and Humanities in Medicine, [s. l.], v. 17, n. 1, p. 1-14, 2022.
SANTOS, R. P. dos; GARROS, D.; CARNEVALE, F. As difíceis decisões na prática pediátrica e sofrimento moral em unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 30, p. 226-232, 2018.
SCHAEFER, R.; ZOBOLI, E. L. C. P.; VIEIRA, M. Sofrimento moral em enfermeiros: descrição do risco para profissionais. Texto & Contexto – Enfermagem, v. 27, p. 1-10, 2018.
SILVA, R. M. da et al. Precarização do mercado de trabalho de auxiliares e técnicos de enfermagem no Ceará, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, p. 135-145, 2019.
WACHHOLZ, A. et al. Sofrimento moral e satisfação profissional: qual a sua relação no trabalho do enfermeiro? Revista da Escola de Enfermagem da USP, [s. l.], v. 53, p. 1-9, 2019.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Cristiane Maria Amorim Costa, Mariana Vieira Vilar

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
A Revista TRAMA Interdisciplinar reserva os direitos autorais das contribuições publicadas em suas páginas. Esses direitos abrangem a publicação da contribuição, em português, em qualquer parte do mundo, incluindo os direitos às renovações, expansões e disseminações da contribuição, bem como outros direitos subsidiários. Autores têm permissão para a publicação da contribuição em outro meio, impresso ou digital, em português ou em tradução, desde que os devidos créditos sejam dados à Revista TRAMA Interdisciplinar. O conteúdo dos artigos é de responsabilidade de seus autores.


