http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/issue/feed Revista Trama Interdisciplinar 2022-12-23T15:37:45-03:00 Jane de Almeida / Suzana Coutinho / João Clemente tramamackenzie@gmail.com Open Journal Systems <p>ISSN: 21775672 (versão eletrônica)</p> <p>A Revista <strong>TRAMA Interdisciplinar</strong> é a revista científica semestral do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, atualmente qualificada pela CAPES como um<strong> períodico A3</strong> (Quadriênio 2017-2020).<br />A Revista está indexada nos seguintes indicadores: Latindex; LatinRev; EBSCO - Fuente Académica; TOC Premier; Periódicos Capes; Sumários.org; Rede Livre; Diadorim; CiteFactor; <a href="https://scholar.google.com/citations?hl=en&amp;user=hNQe_dMAAAAJ&amp;scilu=&amp;scisig=AMD79ooAAAAAYHRYeYtbaQu4LZwGHkXTmlrWh0ykVO9l&amp;gmla=AJsN-F6ls40Q-8Yg3X5f3-7QX7afBDUb7pW6KGl5y-9dgT2uL6VwuRVbycAMeVlLZg6SjH4rr4hlZCGIuIeUZFeHIAv0DGhvAmWHJNXQ_7WfeOYgn_V4jfE&amp;sciund=15286680112852300641">Google Acadêmico</a></p> http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15785 Páginas Iniciais 2022-12-23T15:29:03-03:00 Glaucia Macedo dos Santos glaucia.santos@mackenzie.br 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Glaucia Macedo dos Santos http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15158 O ateliê como espaço interdisciplinar no ambiente acadêmico 2022-04-26T09:57:02-03:00 Regina Lara Silveira Mello regina.mello@mackenzie.br Teresa Almeida talmeida@fba.up.pt <p>O ateliê artístico é um lugar que estimula a expansão de ideias e o desenvolvimento de linguagens, promove a realização de produção criativa e inovadora a qual chamamos Arte. É um espaço essencialmente interdisciplinar que une teoria e prática, pensamento e gestualidade. Neste artigo apresentam-se reflexões sobre a experiência vivida em dois diferentes ateliês, especialmente dedicados a criação de obras realizadas com o material vidro, na Universidade Presbiteriana Mackenzie e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, ambos coordenados por professoras-artistas, Regina Lara no Brasil e Teresa Almeida em Portugal. Como espaço inserido na universidade, os ateliês recebem alunos para aulas dos cursos de arte e design da graduação e da pós-graduação, bem como desenvolvem-se projetos de extensão. A aula pratica ministrada em ateliê baseia-se no princípio de que a experiência assistida por uma reflexão específica gera um processo criativo consciente, essencial à formação artistas e designers. Nestes ateliês os alunos são levados a compreender as propriedades físicas e estéticas do vidro, em plasticidades e diálogos expressivos com outros materiais através da experimentação de meios de transformação da matéria. São analisados aspectos relevantes do processo criativo, rotinas, inspirações, experiências selecionadas entre exercícios propostos e ambiente de ateliê, especialmente aqueles instalados em universidades que facilitam o surgimento de pesquisas interdisciplinares, ampliando positivamente o seu campo de atuação.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Regina Lara Silveira Mello http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15204 Arte como experiência ou a experiência na pesquisa em artes visuais 2022-04-25T08:57:40-03:00 Miguel Vassali miguelvass@gmail.com Jociele Lampert jocielelampert@uol.com.br <p>O presente artigo articula referencial teórico baseado nos princípios de John Dewey, objetivando a compreensão da pesquisa no contexto formativo da docência em artes visuais. Desta forma, ao adensar o referencial teórico, construímos práticas artística e pedagógicas que dialogam com campos de criação e metodologias artísticas, que interconectam o processo criativo e os modos de ser artista professor. O entre cruzamento da arte como experiência, ou da arte e arte educação, ocorre em ações de ensino, pesquisa e extensão no Estúdio de Pintura Apotheke, como tempo e espaço para o processo pictórico. Neste texto, objetivamos adensar o referencial teórico conceitual que tanto nos instiga à produção da pesquisa, evidenciando o conceito da experiência na pesquisa em artes visuais.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Miguel Vassali, Jociele Lampert http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15079 INmobility: processos de criação e imprevisíveis visualidades do cotidiano 2022-05-02T08:28:45-03:00 Luisa Paraguai luisa.donati@puc-campinas.edu.br <p class="p1">O texto preocupa-se com a condição contemporânea da vida cotidiana transformada pelas tecnologias móveis e pelas redes digitais. Discute novas possibilidades de comportamento e de ocupação do espaço urbano, diante das trocas informacionais em tempo real – acesso a dados e processos de comunicação interpessoal. Em grandes cidades existem diversos modos de escolha de trajetos e deslocamentos, quando usuários sobrepõem a paisagem urbana com camadas de dados. Ao compreender outras possíveis percepções do espaço urbano, o projeto artístico “INmobility torna visíveis experiências pessoais, utilizando estruturas topológicas de percepção visual dos usuários pela recombinação de imagens da cidade. Como resultado, surgem narrativas visuais, estruturadas por meio de algoritmos computacionais, que criam diferentes perspectivas e padrões visuais do cotidiano das pessoas.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Luisa Paraguai http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15093 Metodologia nos processos artísticos e científicos para a produção de livro ilustrado autoral 2022-04-11T10:40:21-03:00 Isabel Orestes Silveira isasilveira@mackenzie.br <p>Esta pesquisa apresenta os caminhos metodológicos para a produção de um livro autoral, ilustrado para o público infantojuvenil, publicado pela Editora Mackenzie em 2021 como parte das comemorações do seu sesquicentenário aniversário e financiado pelo Mackpesquisa. Nosso objetivo foi pesquisar fontes biográficas sobre a vida e a obra do Pastor Presbiteriano George Whiterill Chamberlain (1839 - 1902) para a composição de uma narrativa acessível, a fim de integrar história e imagens discursivas. &nbsp;Para tanto, problematizou-se questões relativas à roteirização, ilustração e o modo de narrar uma biografia em linguagem ilustrativa. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa em que o Estudo de Caso tornou-se uma opção e a natureza básica da proposta valorizou os aspectos relacionados às múltiplas dimensões da linguagem artística, especialmente a do desenho e ilustração.&nbsp;</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Isabel Orestes Silveira http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15194 Roteiro criativo do poema digital Pronombres 2022-04-25T14:58:17-03:00 Rodolfo Mata rmata2009@yahoo.com.mx Carole Chargueron lasage66@gmail.com <p>O artigo relata detalhadamente o processo de criação do poema digital <em>Pronombres</em>, realizado por Rodolfo Mata e Carole Chargueron, entre fevereiro e junho de 2018. Começa com uma reflexão sobre a mistura de ordem e desordem no processo criativo, as possibilidades de registrá-lo numa narrativa estruturada e coerente e o grau de veracidade que tal narrativa pode atingir, considerando que foi escrita <em>a posteriori</em>. Estabelece diversos paralelos com o ensaio “The Philosophy of Composition” (1846), que Edgar Allan Poe escreveu para explicar as origens de seu poema “O corvo”, e anuncia que vai seguir a mesma técnica, tentando traçar um “itinerário às avessas” (em palavras de Haroldo de Campos). Cada autor se desenvolveu em sua própria área, Rodolfo Mata na poesia e Carole Chargueron na música eletroacústica. A montagem em HTML5 foi feita por Rodolfo Mata e se produziram em torno de 40 versões progressivas sobre as quais se trabalhou em conjunto. A criação multimídia é um processo complexo em que convergem diversos elementos (imagem, som, movimento), diferentes habilidades, recursos e criadores. Nessa interação se produzem principalmente três fenômenos —sinergia, interferência e modulação— que são explicados. O início de <em>Pronombres</em> foi o poema visual “Comunidad poética” (2015) de Rodolfo Mata, criado a partir de uma fotografia da cabine de um avião comercial, na qual aparecem várias telas colocadas nos encostos das poltronas e em outras partes do avião. Sobre elas, editando a fotografia, o autor escreveu vários pronomes pessoais, gerando uma tensão poética entre eles, para questionar o isolamento que se produz entre as pessoas durante o voo. Dessa maneira se restituiria a ideia de comunidade e se encenaria o papel dos pronomes como “pessoas”, isto é, “máscaras” no sentido latino do termo. O artigo comenta as origens de outros três poemas visuais do autor, no que diz respeito à precedência da imagem ou da palavra e a sua articulação. Uma vez que Rodolfo Mata empreendeu a montagem do poema digital interativo, apareceu a necessidade de integrar a dimensão sonora. Para isso Carole Chargueron decidiu utilizar o gênero soundscape (paisagem sonora), do qual se oferece uma breve revisão. A dinâmica apresentada pelo poema digital consiste em uma série de pistas sonoras e um conjunto de animações em que as grafias dos pronomes “dançam” e se transformam de diversas maneiras como partes de textos poéticos. O artigo explica a rede de relações entre esses elementos e algumas das motivações metafóricas que as sustentam, as quais procedem de diferentes âmbitos: a diversidade regional do espanhol, o gênero como fenômeno gramatical e cultural e a identidade. O artigo faz ênfase no trabalho em equipe e oferece links a dois vídeos de Youtube e uma lista de pistas de áudio em SoundCloud.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Rodolfo Mata, Carole Chargueron http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15063 Pesquisa com grafos 2022-04-25T09:49:41-03:00 Carolina Vigna Prado carolina@vigna.com.br <p>O presente artigo propõe-se um relato sobre a pesquisa interdisciplinar em Curadoria, Artes Visuais e Literatura, dentro do campo das <em>Humanidades Digitais</em>, utilizando os grafos relacionais da matemática e outras ferramentas de <em>Data Visualization</em>. Essa pesquisa estende-se através dos estudos da autora realizados durante seu mestrado, doutorado e pós-doutoramento, entre 2015 e 2022. A pesquisa é descrita como um processo único, pois trata-se de uma única reflexão contínua.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Carolina Vigna Prado http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15117 Arte em rede: registros poéticos da quarentena 2022-08-07T10:38:59-03:00 Fabiane Pianowski fabiane.pianowski@gmail.com Daniel Moraes Botelho daniel.botelho@ucpel.edu.br <p>Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, muitos projetos tomaram as redes sociais como um espaço colaborativo de intercâmbio e divulgação artística em um revival da mail art, surgida nos anos sessenta, e adaptada a partir dos anos noventa como E-mail art. Este texto traz reflexões sobre a arte produzida na quarentena, em especial em relação ao projeto Miradas Enredadas | Networking Glances. Estes projetos artísticos virtuais de memória e registro pandêmico, além de interesse para a história e crítica da arte, podem ser pensados pedagogicamente em propostas de ensino e aprendizagem para diferentes áreas de conhecimento e metodologicamente como uma forma de coleta de dados sensíveis de interesse às pesquisas baseadas em arte, como a a/r/tografia.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Fabiane Pianowski http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15177 Escultura e investigatión: educativa basada en artes visuales 2022-04-26T09:32:26-03:00 Andrea Rubio andrearubfer@gmail.com Ricardo Marín Viadel ricardom@ugr.es Joaquin Roldan mailtojoaquinroldan.ugr@gmail.com 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Andrea Rubio, Ricardo Marín Viadel, Joaquin Roldan http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15055 Maria Bonomi: museu, ateliê e memória 2022-04-28T11:15:44-03:00 Alecsandra Matias de Oliveira alemaoli@usp.br <p>Poucas experiências são intensas como a execução da obra de arte em ateliê coletivo. No ambiente onde a criação é transformada pelo labor, surgem negociações, imprevistos, recriações, novos diálogos e memórias. No ateliê que dá origem ao painel <em>Epopeia Paulista,</em> de Maria Bonomi, instalado na Estação da Luz, todos os aspectos presentes no trabalho em grupo acontecem com grande complexidade. No exercício do ateliê, a artista arrisca com conhecidos e desconhecidos o êxito de seu projeto criativo. Simultaneamente, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, que abriga a proposta, abandona, temporariamente, seu <em>status</em> de espaço para contemplação para ser o <em>lócus </em>da criação. Desse processo, todos saíram transformados: artista, museu, obra e público.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Alecsandra Matias de Oliveira http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15124 A arte sacra universal: a percepção do sensível na imagem de Nossa Senhora de Aparecida 2022-04-25T09:45:57-03:00 Egidio Shizuo Toda egidio.toda@uol.com.br <p>O artigo tem como objetivo a análise semiótica da arte sacra na contemporaneidade e uma contribuição na questão de como se ler uma obra de arte. É a compreensão de um fenômeno religioso que já atravessou dois milênios de história e que vem acompanhando a evolução do cristianismo através dos tempos. Trata-se de Maria, também conhecida por Virgem Maria, Nossa Senhora e Mãe de Deus, entre outros títulos. A partir do <em>Livro do Apocalipse</em>, capítulo 12, trataremos da obra de arte da <em>Virgem Imaculada Conceição</em> localizada na basílica de Aparecida. Com a ajuda de alguns teóricos atuais em liturgia, arte, semiologia, simbologia, fenomenologia e dos estudos do italiano Gio Lomazzo, do séc. XVI, vamos decodificar o seu significado.&nbsp; O propósito do estudo desta obra é demonstrar a forte relação na direção de um objetivo comum: a elaboração artística e como a arte auxilia os crentes, seja pela capacidade de catequização ou pela elevação do espírito que a arte sacra intencionalmente provoca.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Egidio Shizuo Toda http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15128 O artista que queremos e a avaliação que propomos. Uma Análise sobre a formação do Curso de Artes Visuais da Unicamp e seus processos de seleção específica. 2022-04-26T20:34:45-03:00 Sylvia Furegatti sylviaf@unicamp.br Edson do Prado Pfutzenreuter reuter@unicamp.br <p>Este artigo apresenta uma reflexão sobre a avaliação específica do curso de Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Unicamp, como parte fundamental do vestibular nacional organizado pela Universidade. Para tanto, propõe o levantamento de informações e agentes constitutivos da história do Instituto de Artes, bem como as diretrizes adotadas pela organização do grupo de professores-artistas fundadores do Curso e de seu Departamento, os quais implantaram essa prova considerada importante até os dias de hoje. Buscando compreender como a Universidade atua, interfere e forma o artista visual de hoje, partimos do recorte sobre este processo avaliativo para discutir sua relação com a formação dos alunos do curso. Outros elementos relevantes são a vocação multicultural inicial da Unicamp e o projeto do Instituto de Artes de uma formação universitária artística contemporânea, de tendência internacionalizante.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Sylvia Furegatti, Edson do Prado Pfutzenreuter http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15277 Investigar en artes: cuestionar y reinventar lo instituto 2022-05-10T11:07:57-03:00 Monica Romero mopomapa2@gmail.com 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Monica Romero http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15214 Sem mapas nem roteiros: ainda sobre ensinar/ aprender/ pesquisar em e com artes visuais 2022-05-11T08:06:51-03:00 Leda Guimarães leda_guimaraes@ufg.br <p>O presente texto é um exercício continuado, uma escrita que se redesenha em busca de uma reflexão sobre a pesquisa em artes, a pesquisa em educação que tem se configurado nos programas de pós-graduação em artes (preferencialmente) e em cursos de graduação em artes. No texto, trago majoritariamente exemplos nas artes visuais, dada a minha atuação na formação inicial e continuada nessa área. O texto inicia retomando exemplos discutidos em um texto-matriz escrito em 2010. Na sequência, apresento numericamente os cursos de pós e de graduação existentes no Brasil para afirmar que esse quantitativo indica a existência da pesquisa em arte a partir de diversas instâncias de pesquisa. Feita essa argumentação, trago exemplos de professores/professoras que fazem parte desse campo, artes, concepções que defendem e ações em suas instituições as quais, de uma forma ou de outra, corroboram para construir a identidade professor/artista/artista professor ou docências artísticas. A medida que trago esses exemplos, me apoio em concepções feitas por autores que ajudam com seu pensamento crítico a reforçar nosso campo. Finalizo apresentando aos leitores(as) novos exemplos de pesquisas realizadas sob a minha orientação para refletir sobre possíveis permanências e deslocamentos na percepção da natureza e potência da pesquisa em nossa casa, morada das imagens e de processos poéticos, estéticos e políticos</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Leda Guimarães http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15168 "Entre" as artes visuais e educação especial: inquietações que povoaram a metodologia operada na produção de um caderno didático 2022-05-04T23:18:26-03:00 Marilda Oliveira de Oliveira marilda.oliveira@ufsm.br Francieli Regina Garlet francieligarlet@yahoo.com.br Cristian Poletti Mossi cristianmossi@gmail.com Vivien Kelling Cardonetti vicardonetti@gmail.com <p>O presente artigo propõe trazer para uma conversação a metodologia operada no processo de produção de um caderno didático para um Curso de Graduação à Distância em Educação Especial, cujo foco é a disciplina de Educação das Artes Visuais voltada para a Educação Especial. Alguns questionamentos estiveram presentes neste trajeto: Como produzir um caderno didático, enquanto um lugar de invenção de problemáticas e não apenas de representação de conhecimentos já dados? Como investir nas imagens e no texto escrito do caderno didático de maneira que o leitor possa se colocar, incursionando percursos de leitura e de experimentação? Dessa forma, buscando atender aos anseios deste trabalho, alguns conceitos como alteridade (GALLO, 2008 e SKLIAR, 2014), atual e virtual (DELEUZE, 2006a, 2006b) e experiência do fora (LEVY, 2011) foram convidados a dialogar com esse estudo, de maneira que conexões passaram a ser engendradas com algumas linhas de força. O atravessamento dessas linhas apostou no lançamento de questões, não se restringindo a resolução de problemas, no convite a experimentações enquanto vias para acionar espaços de invenção, na produção de tensionamentos entre imagens e escritas e no investimento no ‘entre’ dos espaços vazios com intuito de forjar espaços para problematizações. Nesse sentido, essa escrita se deu como forma de dar passagem a alguns afetos que emanaram da criação do referido caderno didático, ao mesmo tempo em que propiciou o acolhimento de algumas virtualidades e a dissolução do que se tem como naturalizado sobre as Artes Visuais e a Educação Especial, atualizando essas paisagens em outras possibilidades ainda não imaginadas.</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Marilda Oliveira de Oliveira, Francieli Regina Garlet, Cristian Poletti Mossi, Vivien Kelling Cardonetti http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15306 La investigación artística como función universitaria: casos desde la práctica 2022-04-28T11:13:39-03:00 Fernando Miranda fmiranda68@gmail.com 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Fernando Miranda http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15783 Editorial 2022-12-23T14:38:53-03:00 Jane de Almeida glaucia.santos@mackenzie.br 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Jane de Almeida http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15784 Apresentação 2022-12-23T14:57:39-03:00 Marcos Rizolli glaucia.santos@mackenzie.br Mirian Celeste Ferreira Dias Martins glaucia.santos@mackenzie.br Suzana Ramos Coutinho glaucia.santos@mackenzie.br 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Marcos Rizolli, Mirian Celeste Ferreira Dias Martins, Suzana Ramos Coutinho http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15338 Rita Irwin: 2022-05-09T19:10:15-03:00 Mirian Celeste Ferreira Dias Martins mirian.martins@mackenzie.br <p>Não há resumo para entrevista</p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Mirian Celeste Ferreira Dias Martins http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15121 Constituição da identidade docente e dramatização: estudo com estudantes de Ciências Biológicas 2022-06-03T10:00:51-03:00 Patrício Câmara Araújo patriciofilosofia@ifma.edu.br Jucleide Castro Silva Gomes jucleide.castro@acad.ifma.edu.br <p><span class="Y2IQFc" lang="pt">A dramatização pode ser um recurso para compreender o processo de constituição da identidade docente. Neste estudo, utilizamos a dramatização com o objetivo de analisar significados e posicionamentos relacionados à constituição da identidade docente. Para isso, desenvolvemos uma investigação multimétodos, qualitativa e quantitativa, por meio da análise temática dialógica do processo conversacional. Participaram da pesquisa cinco alunos da Licenciatura em Ciências Biológicas. As informações foram construídas a partir das gravações em vídeo da construção das dramatizações e sua realização. As informações sugerem que o processo de constituição da identidade docente dos participantes se desenvolve a partir das vivências das atividades docentes e das interações dos alunos no processo de ensino.</span></p> 2022-12-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Patrício Câmara Araújo, Jucleide Castro Silva Gomes http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/15212 Diálogo entre migração e globalização: caso dos haitianos em São Paulo 2022-05-18T08:58:46-03:00 Bernadete Alves de Medeiros Marcelino bernadetemarcelino@outlook.com.br <p>O diálogo entre migração e globalização está inserido em um contexto&nbsp; dinâmico de expressiva circulação de pessoas pelo mundo, decorrente de inúmeras transformações sociais, econômicas, culturais e ideológicas. Houve um aumento da imigração haitiana para o Brasil logo após um terremoto que aconteceu no Haiti em janeiro de 2010, e que se manteve intenso até meados de 2015, decaindo nos anos posteriores. Cenário que desenhou o quadro pintado pela presença&nbsp; de&nbsp; diversos grupos de imigrantes haitianos em São Paulo - capital. Esse texto é parte da pesquisa realizada no doutorado, e tem como objetivo debater sobre o diálogo entre migração e globalização em articulação com um estudo empírico &nbsp;realizado entre grupos de imigrantes haitianos em São Paulo entre os anos de 2017 e início de 2020. A metodologia de pesquisa utilizada envolveu a etnografia entre grupos de haitianos em São Paulo e o levantamento bibliográfico. &nbsp;&nbsp;Observamos que a imigração haitiana no Brasil se insere dentro de um contexto globalizado que se articula a questões como transnacionalismo, motivações migratórias, trabalho e provisoriedade. Concluímos que a articulação ente migração e globalização tem nuances distintas que versam de acordo com cada situação migratória e, portanto, análises especificas desse cenário se tornam cada vez mais necessárias.</p> 2023-01-06T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2023 Bernadete Alves de Medeiros Marcelino