http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/issue/feed Revista Trama Interdisciplinar 2020-10-30T20:45:36-03:00 João Clemente / Jane de Almeida / Suzana Coutinho joao.souza@mackenzie.br Open Journal Systems <p>ISSN: 21775672 (versão eletrônica)</p> <p>A Revista TRAMA Interdisciplinar é a revista científica semestral do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, atualmente qualificada pela CAPES como um períodico B1. Estando indexadas nos seguintes indicadores: Latindex; EBSCO - Current Abstracts; TOC Premier; Fuente Académica; Fonte Acadêmica</p> http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/14134 Páginas Inicias 2020-10-30T20:44:17-03:00 João Clemente de Souza Neto glaucia.santos@mackenzie.br Elaine Teresinha Dal Mas Dias glaucia.santos@mackenzie.br Adriana Carvalho Alves Braga glaucia.santos@mackenzie.br Lindberg Clemente de Morais glaucia.santos@mackenzie.br 2020-10-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 João Clemente de Souza Neto, Elaine Teresinha Dal Mas Dias, Adriana Carvalho Alves Braga, Lindberg Clemente de Morais http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12502 Relações interculturais, ética e educação 2020-10-30T20:44:17-03:00 Marcos Antônio Lorieri lorieri@sti.com.br <p>O texto apresenta inicialmente um entendimento de ética, ou, mais precisamente, de considerações a respeito de possíveis exigências éticas apontadas por Edgar Morin como indicativas de maneiras de agir consideradas pertinentes tanto para condutas das pessoas em relação a si mesmas, quanto em relação a condutas em relação às demais pessoas. Essas considerações podem, também, indicar caminhos possíveis para o estabelecimento de relações interculturais que respeitem exigências de uma condição humana capaz de oferecer situações de convivência que superem todo tipo de barbárie e possa ser sementeira de vida pacífica no seio da humanidade. Parte-se, aqui, do entendimento de ética como sendo o domínio filosófico da investigação sobre os princípios e critérios que são utilizados como referências para definição das regras de conduta. Por moral, entende-se aqui, o conjunto de regras de conduta assumidas por uma dada sociedade.&nbsp; Assume-se ainda uma diferenciação entre ética e moral e, ao mesmo tempo, sua estreita interligação. Parte-se, ainda, do entendimento de interculturalidade como sendo a desejável coexistência de mais de uma cultura num mesmo espaço e tempo e do entendimento de que esta coexistência deva ser pacífica e integradora desta diversidade sem que ocorra sua anulação em uma homogeneização que leve à perda da riqueza da diversidade cultural. Assume-se que cabe à educação ser ajuda na busca da convivência pacífica e de enriquecimento mútuo de culturas diversas e na busca de desenvolvimento de disposições favoráveis à preservação da riqueza da diversidade cultural, tanto por parte de indivíduos, quanto por parte das sociedades. Trata-se de tema afeto aos desafios da reflexão filosófico-educacional tanto do ponto de vista antropológico, como epistemológico e ético-político.</p> 2020-10-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12490 Arte, complexidade e política 2020-10-30T20:44:17-03:00 Liliane Costa lilianeprado04@gmail.com Izabel Petraglia izabelpetraglia@terra.com.br <p>As Artes desde a pré-história é instrumento de registro e comunicação dos povos, por meio dela o homem se expressa e reflete sobre o mundo a sua volta. Durante a história, as Artes se organizaram em diversas categorias, entre elas as “Artes Visuais” que define todas as formas de expressão que valorizam as imagens, sendo destacadas aqui as pinturas, desenhos, posters, grafite e intervenções artísticas. O objetivo deste artigo é refletir sobre as Artes Visuais como veículo de crítica e manifestação política ao longo dos anos, tomando como base alguns episódios históricos entre 1914 e 2019, e também é objetivo, compreender a contribuição do seu ensino nas escolas de Educação Básica, à luz do pensamento complexo, de Edgar Morin e da Proposta Triangular, de Ana Mae Barbosa, por meio de pesquisa bibliográfica em livros e artigos.</p> 2020-10-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12353 A transferência psicológica na escola: uma experiência com professores portugueses 2020-10-30T20:44:18-03:00 Leila Maria Vieira Kim leilakim.animus@gmail.com Elaine Terezinha Dal Mas Dias elaine.mas@uni9.pro.br <p>Este estudo objetiva analisar como o fenômeno da transferência perpassa as relações de poder estabelecidas entre diferentes atores que se inter-relacionam, num Agrupamento de Escolas de um Distrito de Portugal. Fundamenta-se em estudo acadêmico, no qual se detectou que questões da história pessoal de professores são atualizados na inter-relação com o grupo de alunos em sala de aula, verificando a eficácia de uma estratégia de intervenção grupal breve, com professores portugueses do primeiro ciclo, para favorecer a instalação de um grupo de trabalho centrado na tarefa de ensinar e aprender. Os instrumentos de pesquisa concentraram-se nos consentimentos pós-informação, em entrevista semi-dirigida individual profunda em prevenção e a técnica do psicodrama Apresentação do Átomo Social. Emprega-se a Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada para a avaliação precoce de questões detectadas, cuja queixa ainda não tinha sido expressa. A análise dos dados denuncia o conflito entre um pacto narcísico de submissão que mantém o instituído, porque há medo de sua ruptura e o desejo de autonomia frente as situações-problema do cotidiano escolar. Conclui-se que a transferência psicológica aplicada nas escolas obscurece o processo educativo, que por consequência interfere na inter-relação entre os docentes e discentes em classe, atuando sobre os seus corpos, seus afetos e seus tempos, criando e agravando o seu estado de saúde e interferindo na realização da tarefa pedagógica. A interpretação psicanalítica possibilitou o desejo de um processo criativo como condição para se pensar o próprio pensamento.</p> <p>&nbsp;</p> Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12488 Branquitude no Brasil: desafios para uma educação decolonial na sociedade pós-colonial 2020-10-30T20:44:18-03:00 Paola Diniz Prandini paola@usp.br Ana Helena Ithamar Passos anahpassos@gmail.com <p dir="ltr">Este artigo pretende apresentar uma reflexão crítica sobre o lugar da branquitude brasileira no contexto da educação para as relações étnico-raciais no país, a partir da compreensão de que este campo é imprescindível para o estabelecimento de uma sociedade que se fundamenta na democracia e em pilares que pressupõem uma educação decolonial, em um momento histórico em que vivemos na chamada pós-colonialidade. Para tanto, discutiremos conceitos que apresentam uma perspectiva de narrativa contra-hegemônica no que tange à práxis didático-pedagógica no Brasil contemporâneo, em prol do combate do ainda existente mito da democracia racial no país. Além disso, também apresentamos uma breve ilustração de nosso estudo, fundamentada em torno de discursos de pessoas autodeclaradas brancas e o lugar que ocupam em relação à luta pela equidade racial brasileira. Por fim, o texto aqui apresentado também reflete a urgência da efetiva aplicação da Lei Federal 10.639, aprovada em 09 de Janeiro de 2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino das Culturas e das Histórias Africanas e Afrobrasileiras nas escolas de toda a nação. Ressalta-se que se trata de uma legislação vanguardista e única em todo o mundo, mas que ainda sofre com a deslegitimação e o consequente descumprimento por parte de corpos docentes e de responsáveis pela gestão de grande parte dos ambientes escolares brasileiros.</p> 2020-10-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12284 Democracia e educação Início de uma reflexão sobre os desafios impostos à educação pelo modelo democrático em crise a partir do pensamento de Giorgio Agamben 2020-10-30T20:44:19-03:00 Alex Pin alexgpin@live.com Gabriele Cornelli cornelli@unb.br <p>o presente artigo dá início a uma reflexão cuja conclusão está distante de ser alcançado. Trata-se de expor, inicialmente, os conflitos vividos por um modelo democrático em decadência que resulta de fragmentação do entendimento de homem sobre si (Antropologia) e da dissolução dos padrões norteadores do agir (Ética) desenvolvidas no Ocidente. Entende-se aqui a Política como campo de interseção que concentra a Antropologia e da Ética, ou seja, a Política desenvolvida no Ocidente possui natureza e função, essencialmente, metafísicas. Trata-se de reflexão de natureza estritamente bibliográfica, em que se pretende pensar o enlace democracia e educação desde uma perspectiva metafísica.</p> 2020-10-30T12:47:59-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12654 Educação para imigrantes em cartas – o que as/os educadoras/es têm a dizer? 2020-10-30T20:44:19-03:00 Adriana Carvalho Alves Braga andritsena@hotmail.com João Clemente de Souza Neto j.clemente@uol.com.br <p>Esse artigo apresenta reflexões sobre a Educação para Imigrantes através da análise de cartas escritas por educadoras/es que atuam junto aos estudantes imigrantes em uma escola da Rede Municipal de Educação de São Paulo. As cartas trazem uma posição privilegiada sobre o tema, pois evidenciam a percepção daqueles que convivem cotidianamente com os dilemas e possibilidades que o trabalho com estudantes imigrantes proporciona. Esses documentos, que foram recolhidos em uma oficina de formação pedagógica, são analisados sob a perspectiva da Pedagogia Crítica Intercultural e fornecem algumas pistas sobre como as escolas tem se organizado para atender a comunidade imigrante. Além de evidenciar as dificuldades, as/os educadoras/es apresentam demandas muito específicas em suas narrativas – necessidade de intercâmbios pedagógicos, cursos de língua espanhola, adequação do currículo e do sistema de ensino – e demonstram que não são passivas/os nem inertes, pois mediante o contexto com o qual atuam são capazes de não apenas identificar os desafios, mas de sinalizar encaminhamentos e ações, propondo a construção de Políticas Públicas que possam solucionar essas dificuldades. As cartas nos brindam ainda com relatos sensíveis sobre o dia a dia da sala de aula e de como tem se efetivado, na prática, a acolhida e a visibilidade dos estudantes imigrantes a partir do desvelamento da cultura escolar.</p> 2020-10-30T13:14:55-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12573 Educação, justiça social e democracia: uma reflexão necessária em tempos de incertezas 2020-10-30T20:44:20-03:00 Francisco Evangelista professorfranciscoevangelista@uol.com.br Daner Daner daner.hornich@unisal.br Antonio Carlos Miranda miranda.ac@uol.com.br <p>Este artigo tem como objetivo refletir sobre educação, justiça social e democracia no Brasil. Para tanto utilizaremos como chave de interpretação o pensamento político, social e religioso. Os recentes acontecimentos na política brasileira e os ataques aos direitos sociais travestidos de ações protetivas futuras, são as formas mais perversas de por fim aos avanços das políticas públicas que promovem a justiça social. Nesse sentido e em particular a educação se torna foco da ação privatista e mercadológica, favorecida pela lacuna na legitimidade política e contingenciamento dos recursos públicos, que imobiliza as demandas prioritárias em todas as áreas do governo. Conclui-se que a despeito dos acontecimentos a educação, se democrática, pensada, articulada e desenvolvida a partir de uma ciência como emancipação pode ser um componente fundamental para o caminho na busca da justiça social.</p> <p>&nbsp;</p> 2020-10-30T13:26:20-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12491 Pedagogia e diversidade cultural: novos tempos, novos rumos 2020-10-30T20:44:20-03:00 Samara Moço Azevedo samara.moco@gmail.com Bianka Pires André biankapires@gmail.com <p>O desrespeito ao outro e às diferenças tem provocado significativas discussões no âmbito acadêmico e no cenário educacional. Estas têm alcançado não só a escola básica, mas também as instituições que oferecem cursos de licenciatura, onde tem-se refletido e buscado uma formação que contemple o multiculturalismo como política educacional, afim de valorizar e promover a diversidade cultural como realidade latente e concreta na sociedade brasileira. Assim, torna-se relevante verificar como a diversidade cultural tem sido tratada em cursos de Licenciatura em Pedagogia, tendo em vista as demandas da sociedade, do contexto escolar e acadêmico na contemporaneidade. Nesse sentido, buscou-se compreender como a diversidade cultural tem sido tratada nos cursos de pedagogia e quais as combinações necessárias para uma formação multicultural. A pesquisa também buscou analisar se a diversidade cultural tem sido tratada como tema transversal, identificando as disciplinas que abordam especificamente da temática e realizando entrevistas com as coordenadoras dos cursos. Para o alcance dos objetivos propostos, este estudo foi realizado em três instituições de ensino superior que oferecem o curso de licenciatura em pedagogia, na modalidade presencial, na cidade de Campos dos Goytacazes-RJ. Esse estudo se fundamentou teoricamente nas legislações vigentes e nos documentos norteadores para a formação docente; como também, em estudiosos que abordam as questões da diversidade cultural, do multiculturalismo e da pedagogia.</p> 2020-10-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12397 Narrativas sobre violência na escola: um estudo de caso na Escola de Tempo Integral Vinicius de Moraes, de Palmas, no Tocantins 2020-10-30T20:44:21-03:00 Nayjla Lane Ramos Gonçalves nayjlalane@gmail.com Dra. Jocyléia Santana dos Santos jocyleiasantana@gmail.com Dra. Daniela Patrícia Ado Maldonado ado_daniela@yahoo.com.br <p class="CorpoBA"><span lang="PT">A presente pesquisa aborda a temática de violência na escola, mais especificamente em uma escola de educação de tempo integral, com o objetivo de compreender os tipos de violência que se encontram nesse espaço escolar e as ações utilizadas pela escola para lidar com o problema. O levantamento dos tipos de violências que acometem a escola é relevante para compreender como estes afetam a comunidade escolar desta modalidade de ensino, para então pensar em ações possíveis de enfrentamento. Deste modo, recorreu-se à História Oral para dar vozes aos entrevistados e por meio delas conhecer a ocorrência da violência na Escola de Tempo Integral Vinicius de Moraes do município de Palmas – TO. Para a realização desta pesquisa foram feitas entrevistas com a equipe gestora, professores e alunos da escola: um diretor, dois orientadores educacionais, dois coordenadores pedagógicos, sete professores e sete alunos. A metodologia consistiu no uso do método da história oral temática com entrevistas semiestruturadas, nas quais as análises das narrativas foram fundamentadas na literatura, que trata a respeito da temática. Ao analisar as narrativas parte-se das inferências de ouvir as vozes dos sujeitos no sentido de compreender os tipos de violência que ocorrem na escola, quais são as vítimas, assim como, as ações desenvolvidas pela escola para lidar com o problema. Os resultados encontrados acompanham os achados da literatura, quanto à compreensão dos entrevistados sobre violência na escola e os tipos mais frequentes de violência. Segundo as narrativas dos entrevistados, na escola de tempo integral, os tipos mais frequentes de violência, foram à violência verbal, e a física, acompanhadas do Bullying. Entende-se que a violência que acomete à escola é enfrentada comumente com as ações disciplinares cotidiana, Tais como repreender, encaminhar à direção, suspensão, não existindo um plano de intervenção de enfrentamento das situações de violências que ocorrem no espaço escolar.</span></p> <p class="CorpoBA"><span lang="PT">&nbsp;</span></p> <p class="CorpoBA"><span lang="PT">&nbsp;</span></p> <p class="CorpoBA">&nbsp;</p> 2020-10-30T13:51:01-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/12492 Vidas negras, história e natureza: Nota biográfica das matriarcas da comunidade quilombola Adelaide Maria da Trindade Batista – Palmas-PR 2020-10-30T20:44:22-03:00 Fernanda Cordeiro de Almeida Faust fernandacoral@gmail.com Sônia Maria dos Santos Marques glaucia.santos@macenzie.br <p class="western" align="left"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;">Este artigo possui o objetivo de analisar sob a ótica interdisciplinar, baseada nas histórias ambiental e oral, uma população tradicional quilombola e sua relação com a natureza a partir dos relatos das matriarcas da comunidade quilombola Adelaide Maria da Trindade Batista localizada na cidade de Palmas-PR. A partir da premissa decolonial, observa-se que tanto populações tradicionais quanto a natureza figuraram como o “outro” da história sendo suprimidas do discurso oficial. Graças aos direitos ambientais e culturais conquistados, as populações quilombolas têm a oportunidade de proferir suas recitativas sobre a degradação, a supressão e a apropriação de seus recursos naturais por parte dos colonizadores que durante muito tempo ignorou suas identidades. As entrevistadas da comunidade quilombola estudada congregam informações de extrema importância no tocante aos aportes de conhecimentos dos patrimônios cultural e natural. </span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">Como metodologia utilizou-se a história oral para a produção de fontes históricas, a análise do conteúdo e os três níveis da História ambiental: 1º o entendimento da natureza, como ela se organizou no passado;</span></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">2º a interação socioeconômica com a natureza; 3º apreensão mental ou intelectual da natureza. (Donald WORSTER, 1991). Como aporte teórico foram utilizados os autores: Jöel CANDAU(2018), Angela Davis (2016), Djamila RIBEIRO (2018), Enrique LEFF (2005), dentre outros. </span></span><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="font-size: medium;">A partir das entrevistas compulsadas foram eleitas como categorias de análise: natureza na infância, festas/puxirões, lideranças/identidade negra, ervas medicinais/benzedeiras e natureza no presente.</span></span></p> 2020-10-30T15:01:51-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Trama Interdisciplinar http://editorarevistas.mackenzie.br:80/index.php/tint/article/view/13105 Diversidade e pertencimento: uma leitura a partir de curtas-metragens de animação 2020-10-30T20:44:22-03:00 Alexsandro Santana alexjrstn@hotmail.com Mariangelica Arone angelicarone@yahoo.com.br Cleide Rita Silvério de Almeida cleidea@uol.com.br <p>Este artigo trata da diversidade e do pertencimento vividos em várias situações e contextos presentes em nosso cotidiano. De abordagem qualitativa, apoia-se em fontes de natureza bibliográfica e documental, a partir de quatro curtas metragens de animação, utilizando como base teórica o pensamento complexo de Edgar Morin, com destaque para a ética da compreensão.</p> 2020-10-30T15:18:53-03:00 Copyright (c) 2020 Alexsandro Santana, Mariangelica Arone, Cleide Rita Sil´verio de Almeida