O Parque Olímpico do Rio de Janeiro/RJ e os vestígios de sua utilização

  • Felipe Buller Bertuzzi Faculdade IMED
  • Grace Tibério Cardoso Faculdade IMED
  • Dirceu Piccinato Faculdade IMED

Resumo

A cidade do Rio de Janeiro passou a ser vista no cenário internacional para a implantação de megaeventos, a partir das transformações urbanas ocorridas em razão dos Jogos Pan-Americanos de 2007. Além dos aspectos festivos oriundos da comemoração mundial do esporte em torno de um megaevento, observa-se a falta de comprometimento ambiental e social.  Por isso, vê-se a necessidade de averiguar a qualidade de um espaço de uso coletivo na esfera social e cultural, o entendimento da percepção do usuário e a forma de como o local é apropriado. Sendo assim, o presente artigo busca compreender o uso e a apropriação do Parque Olímpico do Rio de Janeiro/RJ após o ano de 2016, a fim de caracterizar a percepção dos usuários com base nos vestígios de sua utilização.

Palavras-chave: Megaeventos; Grande Projeto Urbano (GPU); Transformações Urbanas; Parque Olímpico do Rio de Janeiro/RJ; Apropriação do ambiente construído.

Biografia do Autor

Felipe Buller Bertuzzi, Faculdade IMED

Arquiteto e Urbanista.

Mestrando do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade IMED. 

Grace Tibério Cardoso, Faculdade IMED
Doutora em Ciências da Engenharia Ambiental pela EESC-USP, Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade IMED.
Dirceu Piccinato, Faculdade IMED
Doutor em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas PUC-Campinas, Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade IMED.
Publicado
2020-02-20
Seção
Artigos