Largo da Mariquita (Salvador – BA) desde la renovación realizada en 2015-2016

el espacio público como proyecto en movimiento

Autores/as

  • João Maurício Santana Ramos Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.5935/cadernospos.v24n2p160-175

Palabras clave:

Projeto em movimento; Relações de poder; Fazer-cidade; Largo da Mariquita.

Resumen

Este artículo busca registrar cómo el proyecto de renovación del Largo da Mariquita, realizado entre 2015 y 2016, en el borde del Río Vermelho, en Salvador – BA, fue modificado para tener en cuenta los intereses de diferentes actores, revelando relaciones de poder en el hacer-ciudad. No se considera el proyecto como algo definido, sino como un proyecto en movimiento, abierto a cambios constantes, ya sea durante la ejecución o después de su inauguración. En esta investigación se utilizaron técnicas e instrumentos comúnmente utilizados en etnografía, con el fin de componer una descripción de las transformaciones urbanas. Las observaciones llevan a la conclusión de que, en Largo da Mariquita, se priorizaron actividades de consumo que respondían a las expectativas de las clases medias, pero con posibilidades de resistencia por parte de actores que se alejaban del urbanismo neoliberal.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

AGIER, M. Antropologia da cidade: lugares, situações, movimentos. São Paulo: Terceiro Nome, 2011.

AGIER, M. Do direito à cidade ao fazer-cidade. O antropólogo, a margem e o centro. Mana, Rio de Janeiro, v. 21, n. 3, p. 483-498, dez. 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-93132015000300483&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 10 nov. 2018.

ARAÚJO, Sérgio Sobreira. Espaços, práticas e consumo de cultura e entretenimento pela juventude de Salvador no bairro do Rio Vermelho. Interfaces Científicas – Humanas e Sociais, Aracaju, v. 1, n. 2, p. 33-43, fev. 2013. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/index.php/humanas/article/view/474. Acesso em: 5 jan. 2020.

COSTA, R.; AZEVEDO, G.; PEDRO, R. Versões e conexões: a ação projetual em arquitetura como objeto de pesquisa à luz dos estudos em ciência, tecnologia e sociedade. Projetar, Natal, v. 3, n. 1, abr. 2018, p. 30-43. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/revprojetar/article/view/16622. Acesso em: 20 dez. 2018.

FOUCAULT, M. Microfísica do poder. 26. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2008.

FOUCAULT, M. O sujeito e o poder. In: DREYFUS, H; RABINOW, P. Michel Foucault, uma trajetória filosófica: para além do estruturalismo e da hermenêutica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995, p. 231-249.

HARVEY, D. Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014.

LATOUR, B.; YANEVA, A. “Give me a gun and I will make all buildings move”: An ANT’s view of architecture. In: GEISER, R. (ed.) Explorations in Architecture: Teaching, Design, Research. Basel: Birkhäuser, 2008. p. 80–89. Disponível em:

http://www.bruno-latour.fr/sites/default/files/P-138-BUILDING-VENICEpdf.pdf. Acesso em: 20 dez. 2018.

LEFEBVRE, H. La producción del espacio. Madrid: Capitán Swing, 2013.

LEFEVBRE, H. O direito à cidade. 5. ed. São Paulo: Centauro, 2011.

MARQUES, C. A. A.; RASTEIRO, D. M. S. Aprender a Planear a Cidade Inclusiva. Cadernos de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 14, 2018. Disponível em: https://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgau/issue/view/Cadernos.2018.1. Acesso em: 17 mar. 2024.

RAMOS, J. M. S. Relações de poder no fazer-cidade: articulações em torno da reforma da orla do Rio Vermelho em Salvador – BA (2015-2019). 2020. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Faculdade de Arquitetura, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2020.

SANTOS, J. T. dos. Produção e consumo cultural no bairro do Rio Vermelho – Salvador/ BA. 2013. Dissertação (Mestrado em Cultura e Sociedade) – Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade, Instituto de Humanidades, Artes e Ciências, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2013. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12745. Acesso em: 5 jan. 2020.

TEIXEIRA, Marina Coelho; SANTOS, Jacileda Cerqueira. Leituras possíveis: a paisagem do Largo da Mariquita. ARQUISUR Revista, v. 7, p. 94-111, 2015. DOI https://bibliotecavirtual.unl.edu.ar/publicaciones/index.php/Arquisur/article/view/4941. Acesso em: 5 jan. 2020.

Publicado

2024-12-10

Cómo citar

SANTANA RAMOS, J. M. Largo da Mariquita (Salvador – BA) desde la renovación realizada en 2015-2016: el espacio público como proyecto en movimiento. Cadernos de Pós-Grado en Arquitectura y Urbanismo, [S. l.], v. 24, n. 2, p. 160–175, 2024. DOI: 10.5935/cadernospos.v24n2p160-175. Disponível em: http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgau/article/view/16892. Acesso em: 8 feb. 2026.

Número

Sección

Artigos