Mediação (da arte) e curadoria (educativa) na Bienal do Mercosul, ou a arte onde ela "aparentemente" não está

Autores

  • Mônica Hoff PPGAV/UFRGS

Palavras-chave:

curadoria (educativa), mediação (da arte), arte contemporânea, colaboração, Bienal do Mercosul

Resumo

“Por que mediar arte?” O presente artigo busca analisar, com base nessa questão, os processos de mediação (da arte) e curadoria (educativa) da Bienal do Mercosul tomando como base o entendimento de mediação como processo criativo, portanto, equiparado ao processo de criação da arte; e a curadoria como um processo pedagógico por excelência, questionando, assim, o lugar da curadoria educativa. Para tanto, busca explicitar processos institucionais marcantes ao longo de suas oito edições, centrando-se a fundo nas vozes e relatos deixados e nas experiências realizadas nos âmbitos curatorial, artístico, educacional e institucional, nas últimas três edições do evento, em 2007, 2009 e 2011.

 

 

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Biografia do Autor

Mônica Hoff, PPGAV/UFRGS

Mestranda em História, Teoria e Crítica de Arte pelo PPGAV/UFRGS, Especialista em Pedagogia da Arte pelo PPGEDU/UFRGS e Bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desde 2006 é responsável pela coordenação geral do Projeto Pedagógico da Bienal do Mercosul.

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Publicado

2013-05-13

Como Citar

Hoff, M. (2013). Mediação (da arte) e curadoria (educativa) na Bienal do Mercosul, ou a arte onde ela "aparentemente" não está. Revista Trama Interdisciplinar, 4(1). Recuperado de http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tint/article/view/5543

Edição

Seção

Dossiê