Reinos, Monstros e Magia: um recorte da Fantasia na Literatura Contemporânea Brasileira durante a década de 2010
Palavras-chave:
Fantasia, Literatura Brasileira, Historiografia LiteráriaResumo
Embora presente na literatura brasileira ao longo do século XX, o gênero da Fantasia foi, em grande medida, preterido por narrativas realistas ou mais próximas do Realismo Maravilhoso. Foi apenas a partir da virada para o século XXI que o panorama da Fantasia no Brasil passou a sofrer uma mudança significativa, tornando-se mais presente na produção literária nacional. Diversa tanto estética quanto tematicamente, a Fantasia brasileira no século XXI, assim como a literatura contemporânea em geral, explora os mais variados temas, inova em determinados aspectos e é produzida por autores de contextos bastante diversos. Nesse sentido, a proposta deste artigo é discutir a transição da Fantasia na literatura brasileira contemporânea, partindo de uma breve contextualização histórica do gênero no Brasil e destacando alguns momentos fundamentais anteriores ao século XXI; em seguida, o foco recairá sobre a produção da década de 2010, analisada a partir dos seguintes romances: As Crônicas de Olam: Luz e Sombras (2011), de L. L. Wurlitzer; Ouro, Fogo & Megabytes (2012), de Felipe Castilho; e Quatro Soldados (2014), de Samir Machado de Machado.
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