Duas "outras"estruturas na linguística brasileira (1960-1970)
Keywords:
linguistic historiography, Brazilian linguistics, history of linguistics, formalismAbstract
Theoretically delimited to Linguistic Historiography, this article revisits the presence of two formalist structuralist linguistics in the history of Brazilian linguistics: the Chomskian generativism of its early years and the Greimasian structural semantics. Two “other” forms of structuralism, since a structuralist theoretical perspective in general is historically associated with descriptivism and the theory of Saussure and his intellectual heirs.The objectives of this resumption are: (i) to characterize two formalist linguistics in Brazilian linguistics; (ii) to delimit scientific guidelines of these formalisms; (iii) to identify social processes of institutionalization to aforesaid linguistics. The corpus consists of (a) journal articles, scientific bulletin texts, reviews, historical review books and chapters; (b) theses and dissertations; (c) manuals; (d) official documents; (e) testimonies, interviews. The material was selected and analyzed through three phases: 1st) heuristic: definition of periodization and selection/treatment of the corpus; 2nd) hermeneutic: establishment of ruling guidelines for historiographic analysis; 3rd) expository: presentation of results in a historiographic narrative. In the 1960s-1970s, Brazilian linguistics was largely formalist in search of the systematization of regularities between units of a system. This search also took place at levels of description and analysis such as syntactic and semantic. Different in their intentions, proposals from Chomsky and Greimas were present in these first years of the scientific professionalization of linguists and found a solution for continuity in different research groups. Thus, the presence of a highly diverse and plural science of language was established in Brazil. This historical characterization is defended in this article.
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