João de Barros e Evanildo Bechara, gramáticas dos séculos XVI e XXI: o pretérito mais-que-perfeito e o ensino de Língua Portuguesa

Victor Hugo Ramão Fernandes

Resumo


Este trabalho visa formar uma reflexão sobre o ensino do tempo-modo verbal “Pretérito mais-que-perfeito do Indicativo” em escolas públicas de Educação Básica (Ensino Médio) a partir de uma análise da descrição desses tempos verbais em duas gramáticas, uma de João de Barros do século XVI, e outra de Evanildo Bechara, do século XXI, numa perspectiva da Historiografia da Linguística.


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