De los fragmentos a las conexiones: límites del pensamiento disciplinario y surgimiento de nuevas perspectivas interdisciplinarias y transdisciplinarias en la educación.
Palabras clave:
Fragmentación del conocimiento, Interdisciplinariedad, Transdisciplinariedad, Realidad compleja, ParadigmaResumen
Este artículo reflexiona sobre las limitaciones del pensamiento disciplinario —históricamente sustentado en el paradigma cartesiano-newtoniano— y sus implicaciones en la fragmentación del conocimiento dentro de los ámbitos científico y educativo. La indagación parte de una revisión de los fundamentos teóricos de la ciencia moderna, destacando cómo el pensamiento disciplinario ha contribuido a la disociación entre el sujeto y el conocimiento, socavando así una visión más integrada de la realidad. A partir de autores como Morin, Moraes, Fazenda, Freire y Nicolescu, el texto analiza los cambios de paradigma ocurridos a lo largo del siglo XX, impulsados por descubrimientos científicos y por demandas sociales, culturales y educativas emergentes. En este contexto, la interdisciplinariedad y la transdisciplinariedad surgen como alternativas teóricas y metodológicas que rompen con la lógica de la fragmentación, fomentando la construcción de un conocimiento más relacional, contextualizado y conectado con la complejidad del mundo contemporáneo. Al abordar los desafíos de la educación moderna, el estudio enfatiza la necesidad de reorganizar el panorama educativo mediante prácticas pedagógicas que promuevan el diálogo entre diferentes formas de conocimiento, la integración curricular y la valoración de las experiencias propias de los sujetos. La propuesta consiste en reimaginar la escuela como un espacio de construcción colectiva del conocimiento, superando los enfoques mecanicistas y saturados de contenidos, y reconociendo el aprendizaje como un proceso dinámico y situado. De este modo, el artículo aboga por enfoques educativos que se vinculen con la complejidad de la vida y la naturaleza multifacética del aprendizaje, rompiendo con modelos obsoletos para responder a los desafíos del siglo XXI.
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