Índices de movilidad urbana en las capitales del Sur de Brasil

Autores/as

  • Alcindo Neckel Faculdade Meridional
  • Tânia Michel Fuga Faculdade Meridional - IMED

DOI:

https://doi.org/10.5935/cadernospos.v22n2p150-164

Palabras clave:

Análisis espacial; Centralidad; Dispersión; Movilidad; Sostenibilidad urbana.

Resumen

Con la creciente de los problemas desdoblados por las altas tasas de motorización individual, aliados a la expansión de las ciudades y el crecimiento poblacional, se hace importante la comprensión de los dislocamientos relacionados a la movilidad urbana de las ciudades, correlacionaddo a los elementos organizadores de la estructura urbana, como los factores económicos y sociales que influyen la producción y el consumo en el espacio urbano y suburbano. El objetivo general de este artículo es identificar los índices de movilidad urbana de las capitales Curitiba, Florianópolis y Porto Alegre, a partir del levantamiento del conjunto de datos que conforman la configuración espacial urbana con la aplicación de las herramientas de análisis espaciales – sistemas de información geográfica (SIG). Fueran actualizados los índices de dispersión urbana, que reflejan un mayor alejamiento de la población con relación al centro de comercio y servicio (CCS). A partir de estos análisis, se verificaron características comunes en Porto Alegre y Curitiba, donde hay una mayor dispersión en las regiones periféricas, mientras en Florianópolis se identificó un elevado índice de dispersión. La capital Curitiba presentó mejor desempeño en términos de integración del usuario con el sistema vehicular y accesibilidad a la infraestructura urbana, si comparada con Porto Alegre y Florianópolis.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

ALVES, P.; RAIA JUNIOR, A. A. Mobilidade e acessibilidade urbanas sustentáveis: a gestão da mobilidade no Brasil. In: CONGRESSO DE MEIO AMBIENTE DA AUGM, 6., 2009, São Carlos. Anais [...]. São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, 2009.

AZHDARI, A.; SASANI, M. A.; SOLTANI, A. Exploring the relationship between spatial driving forces of urban expansion and socioeconomic segregation: the case of Shiraz. Habitat International, v. 81, p. 33-44, 2018.

BASTOS, J. M.; MACHADO, E. de. M.; DOMINGOS, K. A formação socioespacial de Florianópolis e a atividade artesanal da renda de bilros. Revista Percursos, v. 19, n. 41, p. 289-307, 2018.

BERTAUD, A.; MALPEZZI S. The spatial distribution of population in 48 world cities: implications for economies in transition. Glen Rock: Comments Welcome, 2003.

BRASIL. Lei nº 13.089, de 12 de janeiro de 2015. Institui o Estatuto da Metrópole, altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001, e dá outras providências.. Brasília: Presidência da República, 2015. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13089.htm. Acesso em: 13 nov. 2017.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Sustentabilidade urbana: impacto do desenvolvimento econômico e suas consequências sobre o processo de urbanização em países emergentes: textos para as discussões da Rio + 20. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2015. v. 1. (Mobilidade Urbana).

DEUS, L. R. de. A influência da forma urbana no comportamento de viagem das pessoas: estudo de caso em Uberlândia, MG. São Carlos: Ufscar, 2008.

EWING, R.; CERVERO, R. Travel and the built environment. Journal of the American Planning Association, v. 76, n. 3, p. 1-30, 2010.

HILLIER, B. Space is the machine: a configurational theory of architecture. Space Syntax 4 Huguenot Place, Heneage Street London E1 5LN United Kingdom. London: Electronic Edition, 2007.

HOLANDA, F. Ponte para Urbanidade. Estudos Urbanos e Regionais, n. 5, maio 2002.

HOLANDA, F. et al. A configuração da área metropolitana de Brasília. In: RIBEIRO, R.; TENORIO, G.; HOLANDA, F. (ed.). Brasília: transformações na ordem urbana. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2015. p. 64-97.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Estimativas de população. 2021. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9103-estimativas-de-populacao.html?=&t=o-que-e. Acesso em: 27 fev. 2021.

KUNZ, M.; NECKEL, A.; KUJAWA, H. A. The influence of public policies on urban mobility: a comparative study between Porto Alegre (Brazil) and Washington D.C. (United States). Journal of Civil Engineering and Architecture, v. 8, n. 1, p. 295-304, 2017.

LARRANAGA, A. M. Estrutura urbana e viagens a pé. 2012. Tese (Doutorado em Engenharia) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012.

LEVIN, J.; FOX, J. A. Estatística para ciências humanas. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.

Organização das Nações Unidas (ONU). Transformando Nosso mundo: a agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. 2015. Disponível em: https://nacoesunidas.org/pos2015/ods11/. Acesso em: 20 abr. 2022.

RIBEIRO, R. J. C. Índice composto de qualidade de vida urbana: aspectos de configuração espacial, socioeconômicos e ambientais urbanos. 238 f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Universidade de Brasília, Brasília, 2008.

SEN, A.; KLIKSBERG, B. As pessoas em primeiro lugar: a ética do desenvolvimento e os problemas do mundo globalizado. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

ZEGRAS, C. O Ambiente construído e a propriedade e uso de veículos motorizados: evidências de Santiago do Chile. Estudos Urbanos, v. 47, n. 8, p. 1793-1817, 2010.

Publicado

2022-07-01

Cómo citar

NECKEL, Alcindo; MICHEL FUGA, Tânia. Índices de movilidad urbana en las capitales del Sur de Brasil. Cadernos de Pós-Grado en Arquitectura y Urbanismo, [S. l.], v. 22, n. 2, p. 150–164, 2022. DOI: 10.5935/cadernospos.v22n2p150-164. Disponível em: https://editorarevistas.mackenzie.br/cpgau/article/view/indices.mobilidade.urbana.cadernos.pos.au.2022.2. Acesso em: 14 jun. 2026.

Número

Sección

Artigos