Arquitectura como protagonista en el mundo que colapsa
DOI:
https://doi.org/10.5935/cadernospos.v22n2p08-21Palabras clave:
Alternativas sistémicas; Antropoceno; Puntos en común; Paradigma dominante; Sostenibilidad; Vulnerabilidad y riesgo.Resumen
Este artículo propone un debate y reflexión sobre el protagonismo de la arquitectura
en el mundo colapsado. Protagonista en los procesos de degradación y explotación
socioambiental extractiva, en un modelo científico cartesiano, desarrollista, y a la vez
potencial protagonista de alternativas sistémicas que contribuyan a la reversión de los
procesos de agotamiento de la capacidad de sustentar la vida en el planeta. Con este
fin, establece un arco temporal dominante y de inicio de este proceso como el inicio
del Antropoceno, alrededor de 1610, según la lectura y el análisis propuestos por Lewis
y Maslin (2015), relacionando este hito con el inicio de la Sexta Gran Extinción,
presentado por Elizabeth Kolbert (2015). A partir de este recorte, se presenta una
reflexión sobre las expresiones de este paradigma dominante, sus transformaciones y
contradicciones, hasta el momento de la ruptura y vislumbre de un nuevo mundo posible.
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