Teoria funcionalista dos valores humanos: evidências de sua adequação no contexto paraibano
Palavras-chave:
Valores, motivações, funções, teoria, estrutura, conteúdoResumo
Este estudo objetivou conhecer a adequação da Teoria funcionalista dos valores humanos no contexto paraibano. Testaram-se suas hipóteses de conteúdo e estrutura dos valores. A primeira prediz a saturação de três itens em cada uma das subfunções teorizadas, enquanto a segunda prevê uma estrutura duplex para os valores, tomando em conta as dimensões tipo de orientação e tipo de motivador. Participaram 12.706 pessoas da população geral da Paraíba, os quais tinham idade média de 20,1 anos, sendo a maioria do sexo feminino (58,6%), solteira (38,3%) e com ensino médio (41,8%). Por meio de análise fatorial confirmatória, checou-se a hipótese de conteúdo, admitindo que os 18 valores poderiam ser representados em seis subfunções valorativas (modelo original), confrontando-o com modelos alternativos (uni, bi, tri e pentafatorial). Como esperado, o modelo original foi o mais ajustado (AGFI = 0,94, CFI = 0,88 e RMSEA = 0,05), sendo superior aos alternativos. Posteriormente, testou-se a hipótese de estrutura por meio de escalonamento multidimensional confirmatório (Proxscal), adotando o Phi de Tucker (?) como indicador de ajuste do modelo. Coerentemente, este indicador se situou acima do recomendado (? = 0,94), sugerindo que os valores podem ser representados em espaço bidimensional 3 (tipo de orientação: pessoal, central e social) x 2 (tipo de motivador: materialista e idealista). Concluindo, os resultados apoiam a adequação desta teoria no contexto estudado.
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