Experiencias de Psicólogos en la Realización de Grupos Psicoterapéuticos Online: Del Círculo a la Pantalla

Contenido principal del artículo

Sara Santos Dias Costa
https://orcid.org/0000-0003-1822-0450
Tales Vilela Santeiro
https://orcid.org/0000-0003-1610-0340

Resumen

En los últimos años, especialmente tras la pandemia de COVID-19, se ha observado un notable aumento de la demanda de servicios psicológicos on line en general, y también de psicoterapia. Sin embargo, las publicaciones científicas han priorizado las intervenciones psicoterapéuticas individuales frente a las terapias grupales. Este estudio tuvo como objetivo investigar la práctica profesional y las experiencias en la coordinación de grupos psicoterapéuticos en línea sincrónicos. Se trata de un estudio clínico-cualitativo en el que participaron 12 psicólogos. Para la recopilación de datos se utilizaron entrevistas semiestructuradas, realizadas a través de Google Meet. El número de participantes se determinó mediante procedimientos de muestreo por bola de nieve y el criterio de saturación teórica. Los resultados demostraron distintas formas de práctica profesional, influenciadas por peculiaridades relacionadas con el panorama tecnológico digital y la respectiva gestión teórico-técnica en relación con las necesidades de los pacientes. El desarrollo y la continuidad del trabajo psicoterapéutico en línea se vieron favorecidos por cuatro pilares principales: apoyo tecnológico, experiencia en psicoterapia personal, estudio teórico y supervisión. También se observó que las experiencias de los participantes, inicialmente marcadas por desafíos, fueron y continúan siendo reinterpretadas a medida que los profesionales perciben la viabilidad de la terapia en línea y desarrollan nuevos métodos de gestión. Estudios futuros podrían centrarse en el análisis de experiencias relacionadas con otros aspectos que permean las prácticas profesionales de la gestión de grupos en línea, como los asincrónicos.

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Detalles del artículo

Sección
Psicología Clínica
Biografía del autor/a

Sara Santos Dias Costa, Universidad Federal del Triángulo Minero, Departamento de Psicología, Programa de Posgrado en Psicología, Uberaba, Minas Gerais, Brasil

Psicóloga pela Universidade Federal do Tocantins - UFT (2022), Mestra em Psicologia na linha de pesquisa Psicologia e Saúde pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM (2024). Tem experiência na área de psicologia, com ênfase em processos clínicos, atuando principalmente nos seguintes temas: psicologia clínica, processos grupais e formação em psicologia.

Tales Vilela Santeiro, Universidad Federal del Triángulo Minero, Departamento de Psicología, Programa de Posgrado en Psicología, Uberaba, Minas Gerais, Brasil

Psicólogo pela Universidade de Franca (1998), Mestre em Psicologia Clínica e Doutor em Psicologia como Profissão e Ciência pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2000 e 2005, respectivamente). Professor Associado 4, do Departamento de Psicologia do Instituto de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFTM. Líder do Grupo de Pesquisa Clínica psicanalítica: brincar aprender pensar, parceria com Universidade Federal do Tocantins (Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, Lattes-CNPq). Pesquisador do Grupo de Pesquisa Del'ARTES - Desenvolvimento humano: linguagens, arte e estética, da UnB (Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, Lattes-CNPq). Avaliador e integrante do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (2006-2024). Revisor de periódicos de nível nacional e internacional. Membro do Grupo de Trabalho Psicologia, Estética e Arte, da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia (2020-2024). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em tratamento e prevenção psicológica, atuando principalmente nos seguintes temas: Psicologia Clínica, psicoterapias psicanalíticas; formação da/do psicóloga(o), e universidade.

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