Diversity and intragroup conflict at work: an empirical study in Portugal
Palavras-chave:
Grupos de Trabalho, Diversidade, Conflito Intragrupal, Conflito de tarefa, Conflito Afetivo.Resumo
Num ambiente de constantes mudanças, as organizações buscam novas formas inovativas de organizar e gerir o trabalho, nas quais os grupos de trabalho representam uma fonte de vantagem competitiva. Nesse contexto, a diversidade dos grupos tem recebido crescente atenção por parte dos pesquisadores. Jackson, May e Whitney (1995) definem diversidade em termos de características classificadas como observáveis ou subjacentes, bem como orientadas para a tarefa ou para a relação. Embora não haja resultados conclusivos nesse assunto, pesquisas relacionando diversidade e tipos de conflito (afetivo e orientado para a tarefa) sugerem que a diversidade orientada a relação (e.g., idade, gênero) influencia a emergência de conflitos afetivos, enquanto a diversidade orientada para a tarefa (e.g., escolaridade, antiguidade na empresa) contribui para conflitos de tarefa (PELLED, 1996; JEHN; NORTHCRAFT; NEALE, 1999; PELLED; EISENHARDT; XIN, 1999). Seguindo Jackson et al. (1995), analisamos os efeitos de atributos observáveis da diversidade (escolaridade, gênero e idade) na emergência do conflito intragrupal em 231 grupos de trabalho Portugueses, cujos membros se percebiam como um grupo, e interagiam com interdependencia para o atingimento de metas comuns. A Escala de Avaliação do Conflito Intragrupal (DIMAS; MIGUEZ; LOURENÇO, 2007) e um questionário sóciodemográfico foram utilizados. Em contraste com a literatura, mas congruente com pesquisas recentes em Portugal (PASSOS, 2005; SILVESTRE, 2008), os resultados demonstraram não haver associação entre as variáveis estudadas de diversidade e o conflito intragrupal, apontando novas direções para a área, e salientando a importância da consideração de diferentes contextos e variáveis no estudo da diversidade.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Após a aprovação do artigo, os autores cedem seus direitos autorais à RAM. As condições da Sessão de Direitos Autorais incluem:
1. A Revista de Administração do Mackenzie (RAM) mantém, com a cessão dos direitos autorais, a posse dos direitos sobre os artigos por ela publicados.
2. O autor retém seus direitos morais no artigo, incluindo o direito de ser identificado como autor sempre que o artigo for publicado.
3. A partir de 01 de julho de 2015 a RAM adotou o padrão de licença CC-BY (Creative Commons– BY). É permitido ao autor copiar, distribuir, exibir, transmitir e adaptar o artigo. O autor deve atribuir de forma explícita e clara a publicação original do artigo à RAM (referenciando o nome da revista, a edição, o ano e as páginas nas quais o artigo foi publicado originalmente), mas sem sugerir que a RAM endossa o autor ou sua utilização do artigo. Por meio da licença CC-BY os conteúdos estão liberados para interoperar plenamente com os mais diferentes sistemas e serviços, incluindo fins comerciais. No caso de quaisquer reutilizações ou distribuições do artigo, o autor deve deixar claro para terceiros os termos do licenciamento do artigo. O Critério CC-BY segue as políticas de acesso aberto dos principais publicadores e periódicos de AA (Acesso Aberto) como são o PLoS, eLife, Biomed Central, Hindawi, entre outros.
4. A RAM poderá, mediante solicitação formal do autor, autorizá-lo a publicar o artigo na forma de capítulo ou parte de livro. A única exigência é que a publicação anterior na RAM (nome da revista, edição, ano e páginas) deve ser referenciada de forma explícita e clara.