Subjetividade: A face oculta das ciências modernas
Resumo
Esta reflexão versa sobre o mito da objetividade científica defendido pelas Ciências Modernas, observando que todo conhecimento constitui-se eivado de valores culturais subjetivados. A partir desta constatação, discorre a respeito da necessidade das Ciências Contemporâneas superarem seu caráter “instrumental hegemônico” e se disporem à perspectiva do “conhecimento emancipação”. Para tanto, reconhece no caminho da interdisciplinaridade, adotado pelas Ciências da Religião, um referencial paradigmático, dentre outros possíveis, para as Ciências Contemporâneas.
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