http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/issue/feedCadernos de Pós-Graduação em Letras2025-12-17T12:51:06-03:00Elaine Cristina/Alledi Machadocadernospgl@gmail.comOpen Journal Systems<p>Os <strong><em>Cadernos de Pós-Graduação em Letras</em> (CPGL)</strong> objetivam abrir espaço para a produção discente, publicando trabalhos inéditos de alunos de mestrado, mestres, alunos de doutorado e doutores com no máximo dois anos de titulação vinculados a instituições de ensino e pesquisa nacionais ou internacionais.</p> <p><strong>ISSN</strong> 1809-4163</p>http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18472Apresentação2025-12-17T11:33:58-03:00Alexandre Marcelo Buenoalexandre.bueno@mackenzie.brLuiza Helena Oliveira da Silvaluiza.silva@ufnt.edu.br2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Alexandre Marcelo Bueno, Luiza Helena Oliveira da Silvahttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18238A tonicidade da frieza na sociedade das emoções transparentes2025-09-26T19:27:49-03:00Kati Eliana Caetanokaticaetano@hotmail.comJúlio César Rigoni Filhojulinhorigoni@hotmail.com<p style="font-weight: 400;">A frieza pode ser considerada a partir de uma perspectiva tanto circunstancial quanto estrutural, em relações pessoais ou coletivas. Nosso foco está na frieza diante dos males da humanidade, e decorrentes de interações predatórias manifestadas midiaticamente e nas redes digitais. Sua historização, em diversos pensamentos críticos, aponta uma trajetória que, semioticamente, se delineia como resultado de um percurso passional que remonta à constituição da sociedade moderna. Manifestações de frieza podem, em maior ou menor grau, agenciar formas de manipulação, de conjunção ou separação, as quais envolvem mecanismos de ordem cognitiva, passional e pragmática. Expressam-se ainda por meio de valores, estratégias, práticas e formas de vida, marcados por componentes figurativos e discursivos.</p>2025-12-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Kati Caetano, Júlio César Rigoni Filhohttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18243Entre efeitos de identidade e valores de exclusão2025-09-26T19:29:47-03:00LEONARDO CHAVES FERREIRAleonardochavesferreira@gmail.comPAULO RICARDO SOUSA DE OLIVEIRAoliveira.professorp@gmail.com<p>O presente trabalho se propôs descrever, a partir da semiótica discursiva, como o <em>ethos</em> do enunciador (Fiorin, 2004; 2008; Discini, 2003) é construído em textos de desinformação e de que modo essa construção é subordinada a intencionalidade discursiva (Greimas; Courtés, 2016) que visa promover a adesão do enunciatário aos valores comunicados. Serão analisadas cinco peças desinformativas, verificadas pela agência “Aos Fatos”. A partir dessa investigação, o estudo argumenta que o projeto de persuasão dos textos analisados não se sustenta somente na falsidade das informações mas, sobretudo, na manipulação discursiva operada na esfera da enunciação através da identificação do enunciatário com o <em>ethos</em> excludente construído pelo enunciador.</p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 LEONARDO CHAVES FERREIRA, PAULO RICARDO SOUSA DE OLIVEIRAhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18244O O que ficou na memória coletiva da Guerrilha do Araguaia: olhar semiótico sobre a lenda urbana da passagem de Che Guevara por Imperatriz/MA 2025-09-26T19:31:10-03:00Kayla Pachêco Nuneskayla.nunes@ufnt.edu.br<p>Este artigo analisa o papel da memória coletiva (Halbwachs, 2006) na preservação e na ressignificação da Guerrilha do Araguaia, tomando como ponto central a lenda urbana que associa a figura de Che Guevara à cidade de Imperatriz/MA. A partir de um olhar semiótico, investigamos como essa narrativa popular se consolida em torno de um episódio histórico marcado pela resistência e pela violência do regime militar brasileiro na Região Tocantina. Nossa intenção, dessa forma, é discutir as estratégias discursivas mobilizadas para conferir o efeito de verdade ao que se conta na enunciação sobre a passagem de Che Guevara por Imperatriz, entrelaçando história e ficção.</p> <p><strong> </strong></p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Kayla Pachêco Nuneshttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18246A consciência dual e o sujeito negro em uma sociedade racista:2025-09-26T19:33:20-03:00Eduardo Prachedes Queirozpprachedes@gmail.com<p>O presente artigo, comprometido com uma semiótica implicada (Schwartzmann; Silva, 2022), insere-se no contexto dos debates acerca do racismo e de seus efeitos sobre o sujeito negro, debruçando-se sobre a problemática da consciência dual para discutir algumas das características da experiência negra em uma sociedade racista, tais como a gestão que o sujeito negro precisa fazer dos diferentes simulacros gerados a seu respeito. Para as reflexões, partimos da semiótica discursiva e buscamos o diálogo entre as ideias de Du Bois (2021 [1903]), Fanon (2020 [1952]) e Aldama (2023).</p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Eduardo Prachedes Queirozhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18250Uma análise semiótica do episódio “As Torturas” da série O Caso Evandro2025-09-26T19:35:23-03:00Luíza Martins dos Santosluiza5marsan@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, as obras audiovisuais sobre crimes reais se popularizaram no Brasil a partir da contextualização dessas histórias com questões sociais. Neste artigo, pretendemos examinar, através da análise de um trecho da série documental </span><em><span style="font-weight: 400;">O Caso Evandro </span></em><span style="font-weight: 400;">(2021), como são construídas, discursivamente, novas percepções sobre os acusados de um crime a partir das alegações de tortura sofrida por eles. Para isso, utilizamos como referência a teoria Semiótica Francesa, apoiados nas obras de diversos autores como Barros (2002), Benveniste (2006), Fiorin (1996; 2000; 2001 e 2012), entre outros, a fim de investigar as projeções de pessoa e tempo bem como a figurativização do texto.</span></p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Luíza Martins dos Santoshttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18251Vozes que não se calam 2025-09-26T19:37:26-03:00Ellyzandreia Alves de Sousaellyzandreia.sousa@ufnt.edu.br<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo traz reflexões sobre as reformas educacionais no Ensino Médio (Lei Nº 13.415/17 e 14.945/24 ). O objetivo é analisar os discursos de professores e estudantes, buscando compreender o que mobilizam como estratégia discursiva para dar sentido aos seus posicionamentos sobre as políticas educacionais. Para tanto, tem como objeto de análise trechos de entrevistas, dados gerados para uma pesquisa de doutorado, desenvolvida no âmbito do Programa da pós-graduação em Linguística e Ensino da Universidade Federal do Norte do Tocantins (PPGLLIT/ UFNT)</span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Ellyzandreia Alves de Sousahttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18174Um Imperativo semiótico pela popularização da ciência2025-09-26T19:44:25-03:00Andrey Istvan Mendes Carvalhoandrey_carvalho@letras.ufrj.br<p>Este artigo analisa a popularização da ciência como um imperativo, examinando a relação dialética entre o conhecimento científico e as tradições socioculturais. Utilizando o quadrado semiótico, articulam-se quatro tradições de conhecimento (teórica, metodológica, histórica e prática) e demonstra-se como operações de triagem e mistura permitem à ciência distanciar-se do senso comum e depois reintegrar-se à sociedade como aplicação. Identifica ainda as deturpações desse processo: a pseudociência (triagem exacerbada) e a paraciência (indeterminação semântica pela mistura). Conclui que a popularização é crucial para combater esses desvios, garantindo a relevância e o diálogo contínuo entre ciência e sociedade.</p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Andrey Istvan Mendes Carvalhohttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18473Editorial2025-12-17T11:45:12-03:00Elaine Cristina Prado dos Santoselainecristina.santos@mackenzie.brCristhiano Motta Aguiarcristhiano.aguiar@mackenzie.br2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Elaine Cristina Prado dos Santos, Cristhiano Motta Aguiarhttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/17842"Estou morta, mas bem"2025-09-19T16:49:07-03:00Eduarda Duarte Penaduduartep@gmail.com<p><em>Frantumaglia</em> é uma palavra do dialeto napolitano, apresentada por Elena Ferrante (2017) em seu livro de título homônimo. Segundo ela, é a palavra que sua mãe usava para descrever a confusão mental que, vez ou outra, a atingia. Para Ferrante, a palavra ecoa a perda, a instabilidade e os detritos. Em sua obra, a autora fala sobre como a <em>frantumaglia</em> se impunha a ela, lançando-a para a escrita. A partir dessa noção, este texto propõe um diálogo entre a <em>frantumaglia</em> e a imagem dos <em>lucciole</em> (vaga-lumes), conceito de Georges Didi-Huberman presente em <em>Sobrevivência dos vaga-lumes</em> (2011), para investigar como ambas as ideias iluminam o papel da escrita como possibilidade de vida diante do caos e da fragmentação.</p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Eduarda Duarte Penahttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18132Recolhendo os Fragmentos2025-08-12T15:34:51-03:00Gustavo Luís de Oliveiragustavooliveira.tcc@gmail.com<p>O presente artigo possui como principal objetivo discutir sobre as testemunhas e sobre o narrador trapeiro no romance <em>K.</em>: relato de uma busca (2016), de B. Kucinski. Nessa obra, que é uma representação do real de um evento traumático da família do autor e possui como pano de fundo os acontecimentos durante e no pós-ditadura civil-militar brasileira (1964-1985), narra-se a infindável busca do personagem K. em busca de sua filha, A., que “foi desaparecida”. Para abordar sobre os conceitos de testemunha, convoca-se Giorgio Agamben (2008). Já para falar sobre discutir sobre fragmentação narrativa e sobre o narrador trapeiro, usa-se ensaios de Walter Benjamin sobre o narrador (1987) e Charles Baudelaire (2015).</p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Gustavo Luís de Oliveirahttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/17721Deslocamentos e identidade em A filha perdida, de Elena Ferrante2025-09-19T16:20:33-03:00Jéssica Damettajessica.dametta@mackenzie.br<p>Este artigo propõe um recorte de análise do romance <em>A filha perdida</em>, de Elena Ferrante, a partir da perspectiva da crítica literária feminista, suscitando temas como maternidade, divisão sexual do trabalho e hierarquização de gêneros, com base nos trabalhos de Zolin (2009), Fraser (2019) e Kergoat (2009). A obra de Ferrante traz para o centro da narrativa a condição do abandono materno, enfatizando os conflitos internos pelos quais a protagonista Leda passa ao tentar lidar com a maternidade e com as limitações que lhe são impostas nessa nova condição. Nosso interesse de pesquisa está em mostrar como Ferrante constrói uma personagem que representa parte das experiências sociais femininas e que escolhe romper com as expectativas sociais impostas às mulheres ao priorizar sua posição como <em>mulher </em>em detrimento da posição como <em>mãe</em>.</p>2025-12-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Jéssica Damettahttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/17733A Resistência, de Julián Fuks: excelência em experimentalismo formal?2025-09-19T16:35:08-03:00Jefferson Silva do Regoentrecais@gmail.com<p>Em decorrência das violências inerentes às ditaduras sul-americanas, surgiram vários testemunhos dos sobreviventes. Em <em>A Resistência</em>, de Julián Fuks (2015), narra-se a memória familiar, ficcionalizando os horrores vividos por aqueles(as) que enfrentaram tais ditaduras. Pautado pela tensão entre o real e o ficcional, os procedimentos estéticos desse romance desvelam a persistência do autoritarismo nas relações sociais, bem como as tensões entre memória, esquecimento e ocultamento do trauma. Logo, demonstraremos que os conceitos de metaficção e de autoficção constituem elementos estruturantes dessa obra, pois são usados para reativar a memória do período ditatorial na Argentina e no Brasil.</p>2025-12-18T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Jefferson Silva do Regohttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/17941Linguagem e Construção da Identidade2025-10-15T23:24:13-03:00Marcella Stefaninimarcella.wiffler@gmail.com<p>Neste artigo, partimos da discussão sobre identidade na pós-modernidade para propor reflexões em torno da identidade da pessoa com “deficiência”, em especial a partir de Davis (2006). Para isso, apresentamos o conceito de “normalidade”, que surge na modernidade, e a noção de “corpo normal”, que estabeleceria uma oposição com a ideia de deficiência. Propomos também uma reflexão acerca da importância da linguagem na construção da identidade e, dado o recorte escolhido, analisamos os termos “cego” e “cegueira”, assim como o próprio termo pessoa com “deficiência visual”, para defendermos a ideia de que a linguagem é um fator determinante na perpetuação de estereótipos identitários.</p>2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Marcella Stefaninihttp://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/view/18471Páginas Inciais2025-12-17T11:23:31-03:00Cadernos de Pós-Graduação em Letrascadernospgl@gmail.com2025-12-17T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Cadernos de Pós-Graduação em Letras