Edital: Chamada de Artigos 2017

Chamada 2017-1

Ensino, pesquisa e extensão: discussões contemporâneas.

Amparado em uma visão de Projeto de arquitetura e cidade, o primeiro número de 2017 de CadernosPós propõe discutir Ensino, Pesquisa e Extensão à luz de uma abordagem contemporânea. Aberto à interlocução com distintas áreas do conhecimento, o objetivo é contribuir para a atualização do debate reunindo proposições e interpretações virtuosas que até o momento acham-se dispersas porque pontualmente localizadas.

Os artigos podem abordar a questão a partir de uma gama de temas que incluem, mas não se limitam a:

Abstração. | Ação-reflexão. | Adaptabilidade. | Ambiência. | Apropriação. | Cartografias. | Complexidade. | Conceito. | Concepção. | Congestão. | Conhecimento. | Corpo. | Desejo. | Determinismo. | Espaço. | Exclusão | Experiência. | Meios. | Metáfora. | Métodos. | Multidisciplinar. | Narrativa. | Oportunismo. | Práticas. | Precariedade. | Precedente. | Processo. | Projeto participativo. | Representação. | Reversibilidade. | Responsabilidade. | Solidaria. | Sustentabilidade. | Tecnologias. | Território. | Urbanidade. | Utopia. | Vivências.

No que concerne à estrutura, se propõe que os artigos iniciem seu raciocínio esclarecendo qual o entendimento e a quais autores a noção de contemporâneo e contemporaneidade o texto se referencia. Propostas podem construir abordagens mais gerais ou serem mais especificamente situadas, mas devem indicar claramente a premissa pretendida e o escopo de um ou mais tópicos eleitos/propostos.

O prazo de apresentação para todos os manuscritos para esta questão e temas é de 20 de janeiro a 20 de março de 2017. Artigos aceitos serão publicados nos cadernospós 2017:1 (junho de 2017). Para instruções ao autor, por favor, consultar as regras de submissão.

Para dúvidas consulte: cadernospos.arq@gmail.com

 

O template para preparo do arquivo pode ser obtido em:

https://www.dropbox.com/s/zji7ro0lxmna1mj/Cadernos.dotx?dl=0

 

 

Chamada 2017-2

Para o volume 2017-2 a revista sugere o tema DIÁLOGO NAS FRONTEIRAS, aproximada ao proposto pela curadoria de Alejandro Aravena. Escolhe, dentro da amplitude de possíveis entendimentos contemporâneos, o aprofundamento e discussão de “uma” das vertentes interpretativas do tema Reporting from the Front, da Bienal de Veneza de 2016, em obras e discursos de Arquitetura e Urbanismo.

Parece importante discutir e construir a critica à visão dualista que orienta a construção dos raciocínios analíticos que ainda prevalecem nas interpretações dos tempos atuais. Entendendo que o contraponto entre opostos evidencia o simplismo de um raciocínio maniqueísta, o enfoque que se propõe é a construção do diálogo entre opostos. Desta forma, como uma possível inteligência contemporânea, esta abordagem escolhe não encobrir conflitos e buscar lugares onde os antagonismos possam cotizar-se.

O campo de discussão é a metrópole e a cidade. A temática que se propõe, a princípio, versa sobre: Como a arquitetura conversa com a arte. Discursos e obras. | O conhecimento erudito e os saberes da experiência. | Os mapeamentos oficiais e as cartografias do cotidiano. | As análises disciplinares e as perspectivas inter, trans e multidisciplinares. | A cidade imaginada e a cidade apropriada. | A infância e a cidade. | Perspectivas de gênero sobre a cidade | Nomadismo e ocupações sedentárias na dinâmica da vida urbana. | A universalidade e as idiossincrasias locais. Pequenos e grandes relatos. | O pesquisador em sua análise objetiva e distanciada do objeto e os sentidos que o objeto observado assume no envolvimento e na participação do observador. | Genérico e identitario. | Convivência e conivência. | Tempo presente e tempo futuro: a invenção do projeto e a preservação do patrimônio. | Indivíduo e comunidade. | O Urbanismo como projeto e o Planejamento como sistema de ordenamento do território. | Diálogos entre homo sapiens e homo ludens.

Algumas referências ao raciocínio proposto poderiam ser os textos Imagens do pensamento de Walter Benjamin, Introdução à teoria da complexidade de EdgarMorin, O olhar do viajante (do etnólogo) de Sergio Cardoso, A terceira margem do rio de João Guimarães Rosa, O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia de Alberto Caeiro. A coleção Brasiliana, do Instituto Moreira Sales e do Itaú Cultural – Espaço Olavo Setúbal. As obras de arquitetos e urbanistas liderados por: Lina Bo Bardi - SESC Pompéia São Paulo, 1977-1982/86 | Teatro Oficina São Paulo 1984/1990-1994 | Cavalete expositivo de vidro 1957; Paulo Mendes da Rocha - Pinacoteca do Estado 1993/1997-1998; Hector Vigliecca - Paraisópolis, 2004-2005 | Jardim Nazaré, 2004-2008 | Parque Novo Santo Amaro V 2009-2012. As instalações dos Pavilhões da Holanda e da Finlândia na Bienal de Veneza 2016.

O prazo de apresentação para todos os manuscritos para esta questão e temas compreende o período de 15 de Abril a 25 de Maio de 2017. Artigos aceitos serão publicados no CadernosPós 2017:2 (novembro de 2017). Para instruções ao autor, por favor, consultar as regras de submissão.

Para dúvidas consulte: cadernospos.arq@gmail.com

O template para preparo do arquivo pode ser obtido em:

https://www.dropbox.com/s/zji7ro0lxmna1mj/Cadernos.dotx?dl=0


Atenciosamente,

 

Profª. Drª. Maria Isabel Villac – Editor Acadêmico

Prof. Dr. Charles C Vincent – Editor Executivo